segunda-feira, 21 de junho de 2010

Aquilo a que se chama amor

"Amar? Não. Amar, não. Uma vez me descreveram o amor. Coração pulsante, coração selvagem, coração aflito. Deve ser assombroso o amor. Bom? Ruim? Quente? Frio? Assombroso... Também me contaram que, em certos momentos, o amor faz chorar. Uma chuva fininha... (...)

Ou grossa. Depende...

Depende. De qualquer modo, o amor chove. Foi o que me contaram. Não chove?"

trecho da coluna  Máscara,da Revista Bravo, sobre   a peça " A máquina de abraçar", de  José Sanchis Sinisterra.

***

"Ele tocou minha mão, e meu coração se acalmou mesmo. Acho que o dele também. então,nós saímos a caminhar de mãos dadas. Acho que foi ali,naquele momento que o Tadeu virou meu namorado e eu, namorada dele. (...) Vontade de gritar esta felicidade pra todo mundo ouvir. Vontade de guardar só pra mim."

trecho do belíssimo e delicioso livro " Meu pai não mora mais  aqui", de Caio Riter.



P.S.: O livro do Caio vem classificado como infanto-juvenil. Bobagem! À literatura, não cabem rótulos. Livro bonito é bonito pra qualquer público, pra qualquer idade.

3 comentários:

M!riam disse...

Oi, Ju,

Adorei os dois trechos! Os dois, lindos!

É muito ruím se prender a rótulos... o que é bom, é bom!

Tem promoção lá no blog. Passa lá!

um beijo

Lia disse...

Gostei tanto do segundo trecho...
bjs

Lia disse...

Gostei tanto do segundo trecho...
bjs