quinta-feira, 29 de julho de 2010

Um draminha de vez em quando não faz mal a ninguém

Daí que eu tô meio esquisita, meio assim  num clima meio " roubaram-o-meu -picolé - puxaram - o -meu cabelo- quero- minha-mãe".  Mas podem  ficar tranquilos porque não entrarei em detalhes pormenorizados dessa onda de chatice que se abateu em mim. Vai passar; sempre passa! =)

Bem, se poupo as pessoas virtuais das minhas lamúrias, não faço o mesmo com as pessoas reais que me rodeiam.( risada malévola Ra!). Peguei o telefone, liguei para uma alma afim, aquela pessoa que também passa por uns momentos de parafuso frouxo, que me entende, que eu aturo em momentos de crise também, claro. Meu objetivo era fazer um drama básico, complementar com uma dose de charme também básica, tudo muito num estilão " meu coração está muito despedaçado MERMO".

Eis que a alma afim atende o telefone e... está lá, em algum lugar,  comendo alguma coisa muito boa, se divertindo  com outra alma afim. Não pode! Não! Não!

De vez em quando, me bate um negócio de que as pessoas não deveriam existir, comer, respirar por aí sem mim. Será que  o fato de ser filha única explica tanta possessividade, gente? =p

(Ah, juro solenemente que, na maior parte do tempo, não sou assim tão dramática, nem tão possessiva,tá? É verdade! Acreditem! kkk )


P.S1.:Vanessinha, eu esqueci completamente de dizer qual é o nome do autor do " Pedaço do meu coração". Ainda bem que não vivo de fazer comentários sobre livros,né?  Já teria morrido de fome! kkk

O autor daquele livro de que falei láááá no post anterior é Peter Robinson e a editora é a Record.

P.S2.: LEITORES DO BLOG DA CÍNTIA que vieram visitar  este bloguinho, entrem, sentem, levem tudo na brincadeira e fiquem à vontade. =)

2 comentários:

Débora Lima disse...

Oi! Boa Noite! =D

Hehehehe é a vida, as vezes bate um "ninguém me ama ninguém me quer bem" também, coisas de gente que é gente sente, né!

Você é taurina? Eu sou! E a maioria das taurinas que conheço são assim, possessivas até com os amigos, huahauahauha!

Adorei, seu texto é verdadeiro, simples e divertidoooo! Voltarei outras vezes! ;)

Ah, e obrigada pelo elogio aos meus cartõezinhos postais! ^^

=]

Cíntia Mara disse...

Ai, Ju, desculpa, mas eu me divirto muito com os seus dramas. O fato de ser filha única deve ter influenciado. Lembrei-me de duas amigas que tive, elas eram as caçulas em suas respectivas famílias e ambas muito mimadas. Daí achavam que tinham que ter exclusividade na amizade. Tadinhas, foram arrumar como amiga uma pessoa que relaciona a palavra "ciúmes" apenas aos livros e CD's.

"Por que você e fulano saíram e nem me chamaram?"
"Porque a gente queria sair sozinhos, uai. Quando eu quiser sair com você eu te chamo."

"Por que você sentou do lado dela e não do meu?"
"Porque eu queria conversar com ela e não com você."

Sentiu o drama? Hahahahaha. Acabou que eu aprendi a ser menos dura e elas aprenderam a ser menos sensíveis. Mas a amizade não durou muito tempo.

Bjos