terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vinícius e Juliana aos pedaços:



“Amar sem mentir nem sofrer

Existiria verdade
Verdade que ninguém vê
Se todos no mundo fossem iguais a você”

“Diante de  possibilidades que se esboçam duras e rasas, prefiro as macias, aquelas depositadas nas suas mãos generosas. Medo e  uma dose de ceticismo servem de reboco para os muros que ergo, todos os dias, à minha volta, mas não se intimide. Sou daquelas cujo exterior conta mentiras bem engendradas, enquanto o que vai por dentro mal se contém de tanto sentir.”

Os versos dispensam apresentação. O trecho em prosa foi escrito por mim em 2004.

Arrumando  as gavetas, encontrei a receita dos meus óculos ( eu já estava a ponto de pedir uma segunda via) e  um monte de papéis velhos. Alguns deles são rascunhos de umas cartas que nunca enviei e trechos de coisas escritas sem nenhum objetivo específico. Na verdade, nem me lembrava de ter escrito.

O conteúdo desse monte de papel empoeirado é muito dramático, meloso e ruim mesmo, mas achei esse trechinho aí tão docinho, tão bonitinho que resolvi colocar aqui. Meloso, porém fofinho,não? Parece até coisa que a Sinhá Moça escreveria para o Irmão do Quilombo. ( Não, eu não assisto a essa novela “ maravilhosa”,mas sei tudinho o que acontece  com a Sinhaninha porque minha vó faz questão de falar dela como se fosse nossa amiga íntima.)

P.S.:  O interlocutor dessas cartas realmente merecia saber da existência delas. Ele nunca  poderia supor que eu pudesse ser tão “ açucarada”. =p
P.S.: Ah, a canção do Vinícius não sai da minha cabeça desde ontem.



3 comentários:

simplesmentemonalisa disse...

Fofo mesmo!
Açúcar é meu sobrenome.
Beijos!

Lia disse...

Ju, ele realmente merecia saber! Mas na verdade... se te olhou com calma,mais devagar.Certamente ele soube ou sabe!

Cíntia Mara disse...

Ah, sua vó fala dos personagens da novela do mesmo jeito que a gente fala dos livros? rsrsrsrs

Ficou fofinho sim :)

Bjos

PS: Lia toda poética também, rs