sábado, 6 de novembro de 2010

Para não esquecer

Nada posso fazer se a Ge escreve exatamente aquilo que eu queria dizer :



"Fico pensando que somos como cidades enterradas. Quando as ruínas são encontradas encontram também os cemitérios, os resquícios de belezas que existiram. Quando essas ruínas são descobertas, ficam abertas. Mas elas nunca serão inteiramente decifradas. E outras catacumbas vão aparecer ora ou outra. E tudo bem.

Quase toda dor vem daquilo que a gente não sabe. Essa que eu sigo vivendo também vem. E por isso que ela dói tanto. Porque tudo que eu quero agora é uma palavra que diga."



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