sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cantando na chuva

Eu tenho a  alma leve. Não sei por quê, mas só por hoje leve.

Se estivesse chovendo, eu me jogaria debaixo da chuva e começaria a cantar uma música qualquer que eu compusesse na hora. Minha voz seria afinada e grande,  e as folhas do pé de acerola seriam o meu coral.

Não está chovendo, não dá pra ver a lua, então fico aqui sentada, sob uma chuva imaginária que só existe nos limites do meu quintal. A minha chuva é de água fresca, nuvens geladas. A minha chuva é  de pingos de sorvete, de   um cadinho de maresia.

Estende a mão aí agora. Tá sentindo os pingos? Tá não? Então, vem pra cá! É de graça. É chuva de mentirinha, chuva de imaginação.

Vem!

Tá uma de - lí -cia!

5 comentários:

Borboletas nos Olhos disse...

Tá mesmo uma delícia...sabe, fico sempre grata ao mundo virtual porque em momentos com este que estou ler um post como esse seu muda tudo...

arcano disse...

Quanta diferença para as postagens anteriores. Amiga é o david, meu blog foi deletado :/ to tentando recuperar e fiz outro p passar o tempo. Bjs

Fabiane Ariello disse...

Tive um dia de muitas toneladas... e nossa, como esse post me fez bem! Vou pular nas pocinhas junto com você!

Maeve Rêgo disse...

choveu lá fora hoje...

[...] e aqui dentro

Cíntia Mara disse...

Aqui choveu. Mas eu tô enfurnada dentro de casa, com preguiça de tudo, haha.