sábado, 30 de abril de 2011

“ Me acorde e depois se vá
Deixe eu te reparar 
Como uma invasão”
Ter que esperar- Chicas


Ficara à espera de um abismo. Ele chegaria, ela se lançaria. Esperara quase alagada de tanta antecipação. O coração incomodando na garganta, quase saltando corpo a fora; o corpo expandido, do tamanho de todo o espaço ao redor.

E ele viera. Estava bem ali. Abismo.

Nada era novo. Nada. Era como se o tempo tivesse estagnado no momento em que ela fincara  os  dedos naquelas costas pela primeira vez. Era como se  os músculos sobre as costelas dele fossem parte dela.

Era como se ele fosse dela.

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