segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Adjetivos, por favor!




Adjetivos, por favor! ( parteII )






P.S. 1: Faltei  a todas  aulas de enquadramento.


P.S.2: Tô monotemática, eu sei! Mas é que tirei 425 fotos, preciso mostrar as bonitas  pra alguém, né?

P.S.3: Já sei por que estou apaixonada! Ai, ai.

P.S.4: Ok, chega! =)

domingo, 28 de agosto de 2011

Dizem que  casa é aquele lugar onde está o seu coração. Já achei o meu lar.





Não sei decidir se o melhor é chegar. Você vai caminhando devagar cansada de carregar mala e, ops... todo aquele verde, todo aquele céu,todo aquele horizonte desabam sobre você. Você se encharca de tanta beleza. Até as conchinhas de Búzios são as mais lindas.

Talvez o melhor seja estar. O vento entranhando areia no teu cabelo, joguinhos de buraco em sofás coloridos, closet mágico, a casa cheia de espelhos, mousse à espera do anfitrião tardio, redes e varandas, pizza no restaurante do papai noel e do pinóquio, picanha da boa, a incrível arte da não sublimação, as 137 fotos da Bardot.


E como é preciso partir, melhor que seja com Adele, em fones de ouvido compartilhados.


Melhor mesmo, quer saber, é ter olhos e memória, pra olhar e não esquecer. Bom também é ter dentes. Pra sorrir e sorrir.








sexta-feira, 19 de agosto de 2011


Copacabana e capuccinos curam todos os males, eu acho.


***


E quanto ao papo de apaixonada ou não apaixonada, só digo uma coisa:  por quem? por quem, minha gente?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O colega do trabalho diz que estou apaixonada.

Duas alunas  têm CERTEZA de que estou apaixonada.

A vizinha e o marido dela dizem que estou apaixonada porque minhas bochechas estão coradas.

A Maeve acha que estou apaixonada.

Minha gente, não estou apaixonada.  As bochechas andam coradas porque como brócolis todo dia e não tenho mais anemia. O argumento apresentado pelas alunas pra justificar o diagnóstico feito por elas é o de que ando muito sorridente. Ora, eu disse pra elas, sorrir é bem mais fácil que se apaixonar! É só abrir um pouco a boca e mostrar o dentes.

Se o Tiago Lacerda ou Justin Timberlake  fossem solteiros, até haveria uma  boa chance de todas as pessoas supracitadas estarem certas, e eu errada. Mas...






quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sem palavras

Tem tantas coisas que eu queria escrever. Tantas! Mas, minha gente, as palavras resolveram fugir de mim. Ando toda atropelada na vida e no blog. Sabe aquele esquema de querer dizer e não  conseguir? Ou pensar numa coisa e dizer outra?  Ontem paguei um série de micos na frente dos alunos da noite. Ai, deveria ser permitido pedir licença do trabalho e da vida em épocas como essa.

Fato é que acho tão chato isso de estar desarticulada porque tudo que mais adoro é tagarelar. Como é a vida de quem não fala como uma matraca? Como é ser quietinha e falar somente o necessário e útil? Se eu soubesse como ser assim, estaria evitando um monte de bobagem que tem saído da minha boca. Será que uma bruxa má, tipo aquelas dos contos de fada, lançou algum feitiço na minha língua? Será?

Que martírio, viu? Que martírio!


Porque faltam as palavras certas e  porque estou numa vibe Lulu Santos, fiquem com musiquinha:





"Quis evitar teus olhos
Mas não pude reagir
Fico à vontade então
Acho que é bobagem
A mania de fingir

Negando a intenção
E quando um certo alguém
Cruzou o teu caminho
E te mudou a direção"
( Um Certo Alguém)

Em tempo: Se alguma bruxa de conto de fada lê esse blog e achou por bem dar um nó na minha língua ou embaralhar a conexão entre o meu cérebro e as cordas vocais, peço encarecidamente que desfaça o feitiço. Meu pai não tem um reino, nenhum príncipe vem me beijar, não sou nenhuma princesa - e nem pareço uma. Grata pela atenção.





terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cantarolando sem parar

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem
tudo bem
"

(Lulu Santos)

sábado, 13 de agosto de 2011

Post direcionado


Você nos acostumou mal. Em algum momento lá no passado, você decidiu, sem querer, que a sua arma pra se garantir nesse mundo seria a doçura. Açúcares e afetos acostumam e viciam. Nessa vida tão cheia de gente doída e maluca, é quase um bálsamo esbarrar com você por aí, com esse seu riso fácil, seu humor delicinha e sua cara  boa de boa gente. Daí que é muito fácil te querer por perto, daí  que é muito facinho, facinho se acostumar com tanta mansidão, enquanto o mundo lá fora é tão inóspito.

Eu me acostumei mal. Em vez de dar um jeito nas minhas próprias maluquices, prefiro ouvir sua risada e me perder em horas infinitas no telefone. As maluquices não se curam, mas as risadas são tantas, as filosofices são tantas, a proximidade é tanta que eu me sinto leve , leve, quase flutuo. E fico achando que,afinal, ser " maluco" é normal e feliz. Benditas sejam as sandices compartilhadas.

Me acostumei mal  a reaprender os sons através da sua voz doce. Você diz assim: " Conhece essa música, Ju?" e cantarola baixinho, suave e eu já acho que a música da Vanessa da Mata, do Caetano, do Gil já não é  mais a mesma. A sua versão é a que fica pra mim.

Você suaviza a minha vida, e acho que faz isso com todo mundo também.

Apesar do ônus e da canseira, doçura é melhor - a sua doçura é melhor. Se bem que é perfeitamente lícito ser humano e áspero de vez em quando. A gente  se espanta, mas aguenta, porque até a sua secura tem o tom mais leve : parece de mentira, não dura mais que dois segundos. Que bom!

Um torrão de açúcar pra você, meu bem!








quarta-feira, 10 de agosto de 2011

" A girar, que maravilha"

Eu vivo maldizendo esse meu jeito de quem se derrama pela vida. Comigo, não tem meio termo, meio do caminho, meias medidas. Tudo ou nada todo dia. De manhã, triste e desconsolada; à tarde, mansa e encantada; à noite, eu rio e rio, toda deslumbrada, como se o melhor da vida fosse só agora, esse exato instante. Pode ser que a madrugada me aguarde cheia de sonhos chorosos e escalafobéticos.Não sei ser meio triste, meio deslumbrada. Não tem essa de estou - meio- qualquer- coisa. E cansa, viu? Minha vida é viver cansada.

Mas tem horas, como essa agora em que escrevo, que bendigo cada centímetro de mim que não é contido e  moderado porque, quando alegria vem, ai, ela " se derrama quente" e eu giro feliz como se minha saia fosse feita de chita e arco-íris.




( Tô de calça jeans, de rímel borrado, cabelo pro alto, mas tudo bem! =p)




domingo, 7 de agosto de 2011


Meu priminho  tem um verdadeiro fascínio por se ver nos vídeos que vivo fazendo dele.  Ele canta, eu gravo, depois o menino fica rindo e olhando pra si mesmo na tela da câmera. É uma graça,  e ele fica tão feliz.

Hoje cheguei à conclusão de que não só Paulo Victor tem prazer de se ver . Eu também. Quer dizer, eu gosto de me ouvir. Tenho aqui, guardados nos recônditos desse notebook, os meus incríveis diários de viagem. Lá estão a paisagem monótona da estrada, Sueli e Rennan emulando Ivete Sangalo, Fabrício rindo e  dirigindo atento, André arrumando malas à meia- noite. Estão também a minha risada frouxa e a minha voz chata. Céus , como eu sou chata! Coloco a câmera na cara da pessoa sem pedir licença e narro, com essa voz chata que Deus me deu, todos os acontecimentos monótonos que nos cercam. Olhem, gente, as pedras de Búzios, as meninas na calçada em Búzios, as bandeiras na entrada de Búzios. Ei, cadê a riqueza de Búzios?  Vejo os vídeos e me pergunto como é que ainda arranjo companhia pra viajar. Eu mesma tenho vontade de arrancar a câmera da minha mão e dizer : “ Cala essa boca chata, sua matraca!” ( Não estou fazendo charme. Sou mesmo uma matraca e tenho uma voz chatinha, mas a consciência disso não me impede de calar a boca NUNCA. Vou avisando logo, vai que um dia vocês topam viajar comigo no meu avião...)

Mas aí eu ouço a minha risada. Não sei se a minha risada ao vivo é agradável, mas a que está registrada nos vídeos é tão boa que até esqueço que tô ouvindo a mim mesma e me contagio. Fico rindo, rindo, rindo junto comigo mesma. Foi assim que escapei de sucumbir ao tédio ontem à noite.

Pois é, não só as crianças de cinco anos são narcisistas,né? Vocês também são?

sábado, 6 de agosto de 2011

Nojo de palito de fósforo

Há um tempo,eu fiz este post, brincando a respeito do nojo que tenho de palito de fósforos. De vez em quando, recebo um comentário de pessoas que chegam até aqui por causa do Google. Se você colocar no Google a expressão " nojo de palito de fósforo", o primeiro link que aparece é o do post que citei. Além de comentários, já recebi e-mails também e acho legal quando alguém comenta sobre o assunto.

Eu sempre tive nojo de palitos de fósforo. Sei que não tem muito sentido ter vontade de vomitar diante de um pequeno pedaço de madeira, mas quem disse que tudo tem de ter um sentido aparente. Não tenho a menor ideia se esse tipo de nojo recebe um nome especial, se é uma transtorno específico. Eu vivi por muito tempo sem nem desconfiar de que  precisava prestar atenção naquela necessidade enorme de lavar as mãos sempre que usasse o fósforo. Só fui ficar mais atenta quando fiz tratamento pra ansiedade.

Durante um ano e meio, fiz terapia cognitivo-comportamental pra aprender a lidar com o TAG - Transtorno de Ansiedade Generalizada. Fui me cuidar depois de sofrer pra caceta, porque a ansiedade generalizada é um troço que detona a tua vida, mas você fica achando que aquela bagunça toda é culpa sua. Em algum momento do tratamento, a psicóloga se interessou pelas milhares de manias que eu tinha - ou tenho, não sei, já não me importo tanto com as minhas maniazinhas de estimação. Lembro que tive de responder a uma infinidade de perguntas e relatar  comportamentos que pudessem ser incomuns. Acho que ela estava querendo investigar um possível TOC, mas , graças a Deus,  as minhas manias têm permanecido num limite saudável. Só o nojo do palito de fósforo chamou a atenção da psicóloga, daí dedicamos algumas sessões do tratamento a isso. No consultório, pela primeira vez na vida ( acreditem se quiserem; riam se quiserem tb. =p ), peguei num palito sem morrer de nojo e fui me dar conta de que o palito de fósforo é limpinho. No dia a dia, eu tinha tanto nojo que  nem olhava direito pro palito. Era pegar a caixa, acender o fogo, jogar o palito imediatamente no lixo e lavar as mãos. Se não houvesse como lavar, servia passar a mão num pano de prato, numa toalha, na perna da calça mesmo. Se eu não limpasse a mão depois de tocar no palito, ficava com aquela ideia obsessiva de que a minha mão estava imunda. Outro problema era comer perto de uma caixa  ou de um palito de fósforo. Houve uma época em  eu que entrava na cozinha e já ia escondendo a caixa atrás de alguma coisa porque não conseguia comer enquanto a caixa estivesse à vista.

Hoje em dia, quase 4 anos depois do tratamento, ainda sou ansiosa e tenho nojo de palitos de fósforo, mas  tenho muito mais controle sobre esses problemas. Palito de fósforo não é o  meu objeto favorito. Tenho uma habilidade incrível pra enxergá-lo onde quer que esteja. Acho que fogões com acendedor elétrico são lindos de morrer ( porém o daqui de casa é daqueles tradicionais). Mas não escondo mais caixas, não acho que o palito vai pular dentro do meu prato na hora do almoço e não lavo mais  a mão ao tocar nele.  Em épocas de  mais ansiedade, sinto o nojo aumentar um pouco, mas sempre me lembro do exercício feito na terapia: pegar o palito e ver que não tem nada de nojento dele.

Algumas pessoas que deixaram comentário e mandaram e-mail comentaram que enfrentam dificuldades sociais por conta desse nojo. Eu nunca tive problemas e sempre fiz piada disso. Não era algo que me causava prejuízo no dia a dia, mas uma menina me contou que evita comer na casa das pessoas porque não tem certeza de se o cozinheiro lavou a mão depois de usar o palito. Eu entendo perfeitamente como é se sentir assim. A ansiedade me causou problemas parecidos e o tratamento psicológico fez maravilhas por mim.Como eu disse antes, não tenho nenhuma informação específica sobre o assunto. A psicóloga com quem me consultei nunca tinha conhecido alguém que sentisse nojo de palito de fósforo. Não há na internet nada sobre assunto, tanto que meu post bobo é o primeiro link que o Google oferece. Dando uma de palpiteira, cheia de boa intenção, eu acho que seria legal se  as pessoas que estão sofrendo muito por conta desse problema procurassem ajuda profissional. Tem muito médico e psicólogo competente por aí. E , às vezes, é preciso tão pouco pra gente  sofrer menos, né? Eu fiz terapia cognitivo- comportamental no Departamento de Psicologia Aplicada da UFRJ. Fui atendida por uma estagiária muito competente que me ajudou muito, muito mesmo. Há várias universidades que oferecem o mesmo serviço por um custo muito pequeno. Se alguém se interessar, vale a pena.

Pra terminar, reforço mais uma vez que não sei nada sobre o assunto; tenho somente a minha experiência pessoal. De qualquer modo, quis escrever esse post porque, já que o Google manda o pessoal que pesquisa sobre o assunto pra cá, pode ser que essa minha experiência seja útil pra alguém.Vai que... =)




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O manual


Eu quero um manual para o amor. Quem não quer? Mais que manual para o amor, eu quero um livrinho que ensine a lidar com o amor dos outros. Quer dizer, com o amor do outro é facinho lidar, difícil é lidar com o sofrimento por amor do outro.

Quem já não sofreu por amor? Eu achava que nunca tinha sofrido porque acreditava  que, se eu não vivi um grande amor, então todas as lágrimas que chorei não foram lá muito legítimas. Mas eu sofri sim. Chorei quietinha, cheia de elegância e silêncio, milhares de vezes, no banheiro, no travesseiro, dentro de ônibus. Chorar dentro de ônibus é engraçado porque todo mundo vê, você tenta se controlar, não consegue, daí as lágrimas ficam escorrendo, escorrendo. Você pode até chorar bem elegantemente, ainda assim chorar dentro do ônibus nunca é exatamente silencioso. Enfim, mas se o negócio é sofrer, eu aguento. Eu suporto, eu me viro, eu me basto, eu não me resolvo ,mas finjo.

Agora, não há coração que aguente gente sofrendo por amor. Meu coração - que eu adoraria que fosse feito de aço bruto – se espatifa toda vez que olho pro lado e lá estão aquelas pessoas pesadas, cansadas, não se aguentando por causa de uma dor que parece ser maior que a vida. Gente que sofre por amor parece cachorrinho deixado do lado de fora da casinha, choramingando na chuva. Você quer pegar o cachorro – por mais sarnento que seja – embrulhar num cobertor quentinho e deixá-lo morando no seu quintal pra sempre. Eu fico arrasada diante de um cachorrinho molhado de chuva e de uma pessoa que sofre por amor.
Amar não deveria doer nunca. Amar deveria ser lindo como nos poemas que a gente escreve quando tem 12 anos. Amar deveria ser fácil como respirar. Amar deveria ser qualquer coisa menos dolorido, exigente, cansativo. Em dias como os de hoje, fico pensando que melhor é não amar. Se a gente não ama, não precisa ser maduro, equilibrado, esperto, sensato, coerente, ponderado.  Se ninguém mais amar, ninguém vai sofrer, logo não terei de me sentir impotente como agora. Tão fácil!

Diante de cachorrinhos molhados de chuva e pessoas sofrendo por amor, minha prepotência palpiteira desce pelo ralo e só me sobra essa vontade enorme de dizer abracadabra e fazer o amor desaparecer. É, não tenho superpoderes. Sempre achei uma merda não ter superpoderes.







quarta-feira, 3 de agosto de 2011


Esse negócio de ter ética, educação e bom senso é um saco porque eu fico querendo palpitar sobre vida  a alheia por aqui e não posso. De fato, é um saco. Adoraria iniciar uma campanha pelo direito de  expor as maravilhosas histórias pessoais, afetivas, profissionais ( as sexuais não porque sou uma moça pudica)  dos meus amigos, vizinhos, parentes e desafetos ( hum, seria legal falar mal de umas pessoas chatas que conheço por aí, hein? Seria!). Bem, mas como eu disse antes, a educação que a minha mãe me deu não me permite. Então, vou contar com a imaginação de vocês.

Imaginem assim: aquele casal que não dá certo. Ela é A , Ele é Y. Ela é 17, ele é -45. Não dá certo, não combina, só de bater os olhos você já sabe que não, eles não deveriam insistir. Todo mundo conhece um casal assim, eu conheço uns dez  casais  assim, e eles me deixam muito nervosa. Vocês ficam nervosos com casais que não combinam? Eu fico. Toda vez que alguém vira pro casal e pergunta do casamento, dos futuros filhos, dos planos, sei lá, o que eles comeram no almoço, eu fico desesperada. Dou um jeito rapidinho de esconder a cara porque tenho a impressão de que  tá escrito na minha testa “ Eu não apoio esse casal”.

Meu nervosismo aumenta quando uma das partes desse casal que eu não apoio decide me contar alguma cafajestada que o outro aprontou. É que eu sou levemente tolerante com cafajestada. Mentira! Eu não sou nada tolerante. Por mim, gente que parte descaradamente o coração alheio deveria levar uma surra com  galho de goiabeira, mas toda cafajestada tem o seu contexto, e  é preciso  ser justo nessa vida até mesmo com quem  vive fazendo besteira.

E aí, o que você diz quando uma das partes do casal “canoa furada”  pronuncia as fatídicas 4 palavrinhas : “ O que você acha?” Minha vontade , sempre, é dizer: “ Olha só, eu tenho um amigo muito legal que...” ou “ Cara, você viu o jogão do Vasco ontem?” ou “ Pela amor de Deus, você não consegue perceber que eu não sei disfarçar nada nessa vida. Eu não sei inventar respostas mentirosas para esse seu ‘ o que você acha’ , portanto nunca mais me pergunte isso. Tchau”.
Já que não posso fazer campanha a favor do prazer antiético de falar da vida alheia em blogs, criarei um movimento que impeça a formação de casais que eu não apoio.


terça-feira, 2 de agosto de 2011


Você toca a ponta do meu cabelo. Não vou sorrir, não pretendo sorrir. Pra que sorrir se nada é engraçado? Mas fecho os olhos e o sorriso escapa.

Meus sorrisos gostam de você.