terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Cabelos, dentes e esbarros

Pensei em fazer um post contando dos dias de aflição que enfrentei enquanto meu cabelo caía sem parar. Pois é, meu cabelo, que não é de diva mas é legal ( eu gosto bastante dele), resolveu despencar todo da minha cabeça e eu já tava pronta pra raspar a cabeça. Sério, fui no salão e disse pro meu amigo e cabelereiro ( exatamente nessa ordem) que eu tava disposta a  ficar careca se fosse preciso. O  importante era que os meus modestos fios parassem de sair todos na minha mão. Bem, eu cortei metade do meu cabelo, mas tô longe de estar careca. Ufa!  E já passei a mão na cabeça umas dez milhões vezes desde que saí do salão e  contabilizei 3 fios enroscados no dedo. Todas comemora! ( eu nunca entendi esse " todas comemora", mas vou usar mesmo assim).


Well, well, well, eu disse que  esse post não seria sobre meu cabelo. Então, não vai ser. Eu pensei também em falar de mais um dente que foi tirado de mim, no entanto siso é um assunto batido e chato, né? O dente saiu em 5 minutos e eu tô aqui me empanturrando de sorvete. Que vida dura!



Acho que só me resta comentar que hoje, depois de salvar meu cabelo e arrancar um siso, encontrei numa mesma tarde um cara que costumava ser meu amigo mas que não via há 6 anos, minha chefe  e um cara que costumava ser  menos que namorado e mais que amigo. Devo ressaltar que meu cabelo tá salvo mas  não está nos seus melhores dias, a anestesia afetou um pouco o movimento da minha língua, meus chinelos não estavam muito limpos. O  cara que era meu amigo apareceu do nada e quase levou um safanão ( sou violenta?) porque chegou catucando o meu ombro ( me dá um soco, mas não me catuca no ombro!) e ficou lá me lembrando do quanto minha vida anda estagnada. Não tive como fugir da minha chefe  ( ela é legal), então fui cumprimentá-la, tentando manter ( literalmente) a língua dentro da boca. E o cara que era mais que amigo etc e tal? O sujeito apareceu do meu lado na farmácia enquanto eu comprava paracetamol, falou meu nome mais  alto do que devia e começou a tagarelar sem parar. Eu tinha me esquecido do quanto ele é tagarela, mas foi bom que  não calasse a boca porque assim não correu risco de levar umas cuspidinhas sem querer. Ele não ia querer levar meus glóbulos vermelhos de lembrança pra casa. Tenho certeza!

Pra levar na bolsa!

Há dias em que meu cabelo tá legal. Há dias em que não há um curativo na minha gengiva. Há dias em que saio de casa com chinelos limpos.Deem preferência por esbarrar em mim em dias assim, certo?

3 comentários:

Cíntia Mara disse...

"Me dá soco, mas não me catuca no ombro"

Eu tenho um... problema com gente que gosta de pegar no ombro, vc sabe, né? Mas pior ainda é

quando alguém catuca na cintura. O susto é tão grande que eu não respondo por mim.

Ah, eu nunca saio de casa com chinelos sujos =P

Juju Balangandan disse...

Xará, como vai os dentes, cabelos e ombros? Heheheh. Tempão que não vinha aqui e me encantei com a frase, que nem bibelô na casa da vizinha:
"Feliz por um triz".
Minha cleptomania apontou e estou louca para "emprestar".

Beijo

Juju Balangandan disse...

ops, "como vão"