sexta-feira, 22 de junho de 2012


Ontem mesmo eu dizia que é a vida que manda na gente. Pois é!

Hoje acordei com o coração aos pulos por causa de um sonho. Nele, uma pessoa queridíssima havia se matado, e eu não me aguentava com a angústia provocada por aquela morte. Meu eu do sonho percebia que estava sonhando, mas não conseguia fazer  nada além de se desesperar. Com a morte, o laço distante mas muito apertado se arrebentava. Para sempre. Sem afrouxamentos. Horrível!

Hoje, horas depois que acordei, presenciei uma cena que não queria ter presenciado: um irmão recebendo a notícia da morte de uma irmã. Um laço apertado se arrebentou bem na minha frente.

A morte impõe o maior dos fardos: o silêncio permanente.

"Então (...) tudo o que ela pensou ou sentiu se desfaz e desaparece para sempre."


***
Ninguém precisa ficar preocupado por causa desse post, tá? =)

Um comentário:

Felipe Fagundes disse...

Essa citação é daquele mesmo livro que fala sobre uma massagem nos pés que fugiu do controle, né? *-*