sábado, 28 de julho de 2012

Se o meu notebook não estivesse morto, haveria aqui um longo post sobre as Olimpíadas. Como só me resta esse aplicativo do blogger, venho aqui só pra dizer que desde 1996 - os primeiros jogos de que me lembro de fato - dias como estes são mágicos. 

Tudo é lindo : a abertura, a competição, aquele monte de gente dando o sangue por um objetivo. Tenho um respeito especial por atletas. Tem como não ficar besta com pessoas que se preparam, que se dedicam, que não se borram de medo e saem correndo  diante de um desafio imenso?  Sou uma romântica no que diz respeito a atletas, em todos os sentidos.

Por isso chorei com os pódios do judô,  chorei quando o Felipe beijou o tatame ao fim da luta, chorei quando a danada da Sara ganhou.

Por isso adorei ver Thiago Pereira ( o barba-por-fazer mais delicinha do Brasil) ganhando medalha e soando bem mais modesto ao ser entrevistado.

Por isso tive vontade de consolar o Diego depois daquela queda.  Vi uma entrevista em que ele pedia desculpas e dizia ter amarelado.  Eu diria pro Diego que um cara como ele, que se pendura naquelas argolas e fica de cabeça pra baixo,  que foi duas vezes melhor do mundo,  jamais deveria pedir desculpas por ser humano e errar.

Por isso quase morri  no vôlei de quadra.  Torci  muito pra que a maquiagem daquelas turcas-todas-lindas derretesse.  Estive perto do infarto  quando a diferença de 8 pontos desapareceu num pisca de olhos.  Tive de desligar a tevê porque perigava quebrar um dente de tanta tensão.

Por isso vi um pouquinho de futebol e basquete apesar de considerá -los esportes entediantes.

Por isso passei o dia com o celular na mão,  tuitando e lendo tudo que o povo tuitava. 

Por isso suspiro pelo monte de homem bonito que tá lá em Londres.  Kobe Bryant e Mamute, minha torcida é de vocês!

Por isso tô louca pra dormir e acordar logo.

P.s.:minha mãe me lembrou hoje de que nasci num ano olímpico, e eu tô vendo significados ocultos e especiais nesse dado.hihihi

P.s.de novo: me avisem se encontrarem algum erro nos posts. Escrever no celular tem sido um desafio e tanto. =)

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Convocação

Decreto que, de hoje em diante, todas as pessoas que leem este blog devem vir ao Rio de Janeiro passear,trabalhar, estudar,whatever, e me dar a chance de conhecê -las. Aviso de antemão que passarei metade do tempo rindo porque se não  sei o que fazer, se fico sem jeito, eu rio freneticamente, mas não é  nada que assuste, não.

Baixo este decreto porque hoje fui almoçar com d. Luciana, vulgo Borboleta, e confirmei o que descobri ao conhecer Maeve: as blogueiras que acompanho são a  fina flor da blogosfera.

Vem, gente!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Meu notebook morreu pra sempre. Enquanto o substituto não chega, tô com a impressão de que tenho duas mãos esquerdas.

Como era a vida naquele tempo longínquo em que se escreviam textos com mais de 5 linhas com caneta bic em folha de caderno?  Eu já era nascida? Me ensinaram a escrever com letra cursiva em algum momento da vida?

(Além da caneta, mouse e celulares sem touch não são reconhecidos pelo meu cérebro.)

( Ah,como eu odeio esse aplicativo do blogger que não justifica os posts.)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Se um gênio da lâmpada aparecesse por aqui, eu faria um único pedido: me livre dessa sina de ser dramática.

Melhor: eu pediria que cada fio de cabelo arrancado,cada hora de sono perdida,cada praga rogada se convertessem em crédito em conta corrente. Seria legal.

domingo, 22 de julho de 2012

Autoajuda

No fim de tudo,  a gente só deve mesmo é tentar ficar bem. E fazer uma lista das coisa boas pelas quais vale a pena tentar.E pendurar a lista no teto do quarto, bem naquele ponto onde os olhos se fixam ao se abrirem pela manhã.

Claro que não é todo dia que a gente acorda com a cara virada pro teto, mas é bom saber pra onde olhar quando for necessário.

***
convites. batatas. lugares que nunca vi. aquele ponto de copa que é  só meu. domingos ensolarados. fotos em murais. encontros compromisso. a sanidade alheia. o mar. os livros que não li.rever arquivo x. lindeza. agregar. deitar no tapete. morango. escrever.

Só pra começar.

E por mais bobo que possa parecer.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Brincando de resenhar: Jogos Vorazzzzzzzes

Toda vez que via Jogos Vorazes por aí, eu reforçava em mim a certeza de que jamais leria esse livro. Deus me livre de um livro cujo enredo envolve crianças e adolescentes lutando até a morte numa arena televisionada. Jamais! Um livro assim poderia me levar à desidratação e a sessões extras de terapia. Não, obrigada.  Mas aí surgiu uma oportunidade de adquirir dois livros da trilogia por um preço bem camarada, então decidi me arriscar. Comprei uma caixinha de lenços e comecei a ler.




As dez primeiras páginas são muito promissoras. A gente conhece a mocinha de nome esquisito, a Katniss, a rotina dura da vida das pessoas do lugar onde ela mora,  o melhor-amigo- galã. Sabemos  sobre a Capital e os Distritos que formam um Estado que surgiu após o desaparecimento da América do Norte e que os Jogos Vorazes são um evento político. De cara também, nos deparamos com uma cena de cortar o coração: Katniss, ao ver sua irmã de 12 anos ser selecionada para a arena, se oferece como tributo, nome dado aos participantes dos jogos. Bem, nesse ponto eu pensei:  " agora a chapa vai esquentar!"

Esquentou nada! Apesar da premissa maravilhosa, de personagens muito legais, de uma mocinha porreta, o livro é chatinho. Não estou dizendo que é ruim, não. Mas que faltou um toque de emoção, graça, sei lá. Falta alguma coisa em Jogos Vorazes que eu não sei o que é. Acho que o problema, talvez, esteja no texto. A narrativa não reflete a crueza e a intensidade dos Jogos.Fiquei com a impressão de que a história foi concebida inicialmente como roteiro pra cinema. Enfim, esperava mais e acho que Katniss merecia bem mais.

***

Se alguém aí tiver interesse em livros sobre fim da América do Norte e Estados repressores, eu indico muito O Conto da Aia, da Margaret Atwood.

Cês me indicam algum?

quarta-feira, 18 de julho de 2012

" Se um dia você for embora, me leva contigo"



                                          ( A música é do Tom, mas eu prefiro o Jamie)

Tô precisando me apaixonar, viu? Candidatos, enviem currículo!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Eu tava triiiiiiste, mas agora tô felizinha.

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Foi uma semana pesada, muito, por muitos motivos - nem vale a pena mencioná-los. Aí, num dia desses, no mais pesado, decidi fugir do trânsito e aparecer de surpresa na casa dos meus tios. Fui recebida com uma declaração de amor  e tanto: " Ju, eu gosto de jogar videogame com você porque você grita muito e não sabe fazer gol." ( Paulo Victor, 6 anos, um exímio jogador de futebol de playstation). A gente vive pra essas coisas, né?

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Um conselho: se você tiver muito na merda e de repente tiver uma inspiração muito inspiradora, acredite na inspiração muito inspiradora. Vai por mim.  
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Nunca peguei o celular de ninguém emprestado. Daí que o meu tava sem bateria e eu precisava muito de um celular hoje. Peguei o cel da minha mãe. Adivinha o que aconteceu? Perdi o celular da minha mãe. Logo o da minha mãe, que é a pessoa mais cri-cri do mundo. Pra não ouvir tanto, passei no shopping e já comprei um outro, pronto. Mas ainda tô aqui intrigada: esse celular sumiu no limbo da minha mochila ou foi furtado. Quer dizer, eu só liguei uma vez e guardei no bolso da mochila. Tenho certeza. Horas depois, fui ver a hora e... cadê o celular? Será que minha mochila é tipo o guarda-roupa de Narnia ou realmente alguém se dignou a furtar o celular velhusco e pobrinho da minha mãe?

domingo, 15 de julho de 2012

Criptografada

Eu deveria ter interpretado adequadamente os sinais. Um homem atravessando a rua, uma pressão interminável no diafragma, pesadelos; o passado se prende a mim como musgo - ou seria mais certo dizer que eu me faço prisioneira?

Eu nunca vou aprender a ler os sinais.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Voar, voar



Minha tia e a melhor amiga vão pra Bahia no fim do mês, e não se fala em outra coisa por aqui. Qualquer coisinha é motivo pra trazer a viagem à tona; estamos todos na expectativa pela chegada do grande dia do embarque. E será mesmo um grande dia. Será a primeira viagem de avião das duas, a primeira viagem pra fora do estado, sem filhos, maridos e obrigações. Serão só as duas e tudo de bom que a Bahia puder oferecer.Eu tô achando o máximo, tô empolgadérrima - e nem vou com elas. É  maneiro ver essas duas ansiosas pelas horas de voo até a Bahia. 


Pra quem tem mais grana e sempre viajou de avião, ou pra pessoas como eu que aprenderam se aproveitar das promoções das passagens, a expectativa de duas mulheres adultas por algumas horas dentro de um meio de transporte pode parecer uma besteira. Agora, pensem que as duas pertencem a uma geração e a uma classe social que nunca teve acesso a avião, que sempre teve como opção de férias as cidades litorâneas aqui do RJ mesmo. Quando cheguei em casa depois do meu primeiro voo ( comprado com um mês de antecedência, parcelado em duas vezes pra que sobrasse mais uma graninha pro táxi), minha tia me disse que eu tinha realizado um dos grandes desejos dela. Deu pra sacar tanta animação?

A compra da passagem pra Bahia envolveu  toda uma preparação.  As duas queriam ir de ônibus, não queriam pagar uma fortuna de avião, não iam saber comprar a passagem, essa coisa de internet é muito difícil, ai, meu deus! Foi uma dureza convencê-las de que era possível encontrar passagens baratas. Todo dia, a amiga da minha tia, que também é minha colega no trabalho, perguntava das promoções, ficava em dúvida, pensava em desistir da viagem, até que por fim compraram. As duas vieram aqui em casa, no meu aniversário, com o pretexto de me dar parabéns, mas o que elas queriam mesmo é que eu  entrasse no site e fizesse a compra. Minha tia não quis ficar perto pra não atrapalhar; a amiga dela, por sua vez, se alojou bem atrás de mim e ficou dando palpites " ei, não vai errar nada!", "  confere o número do cartão, hein!".  Agora, toda vez que as duas se juntam, começam as especulações da viagem. Que mala levar? E se a mala sumir? E se alguém pegar a mala antes da gente? E se  a gente fica presa no banheiro? E se der dor de barriga? E se o avião da conexão for embora? 


Domingo mesmo, numa festinha que houve na casa da minha tia, ficamos todos falando de viajar de avião. A vizinha da minha tia  contou ter pavor do banheiro do avião e por isso foi do Rio ao Maranhão segurando o xixi. Alguém disse que  ficou desesperado na hora da conexão e  perguntou de tempos em tempos à comissária quando seria a hora certa de desembarcar. Eu contei que  não tenho medo, que adoro, que não fiquei nervosa da primeira vez, mas que comparo os momentos de preparação pra aterrisagem àquele brinquedo que despenca em queda livre no parque. Fico com um frio na barriga, a mão gela e agradeço a Deus quando o avião para.  Ah, e também MORRO de medo de perder voo! Sempre sonho, na noite anterior, que perdi o voo. Saio de casa cedíssimo, já com check in feito, e olho pro relógio a cada cinco minutos. Da última vez que fui a São Paulo, quis deixar a paranoia um pouco de lado e me ferrei. Quer dizer, não me ferrei coisa nenhuma porque cheguei na hora certa, mas tomei uma chuva tão forte a caminho do aeroporto que precisei comprar  sapatos novos porque os meus tavam alagados. Acho que foi o destino me castigando por ter saído de casa meia hora mais tarde do que sairia normalmente. Aquela chuva, que parou assim que peguei o ônibus, tinha  a maior cara de praga encomendada.

Bem, mas vamos aguardar os relatos de voo das aventureiras. Tô doida que o fim do mês chegue logo. Minha tia prometeu tirar muitas fotos do avião. A amiga dela diz que, se passar mal, ela vai abrir aquela janela de qualquer jeito, que não tá nem aí pra pressurização, que o importante é sentir um ventinho no rosto.Rá!









Da arte de dizer o óbvio

Às vezes, fazer a coisa certa é uma merda.

( só pra desabafar)

domingo, 8 de julho de 2012

Eu já tinha percebido que tinha engordado. As roupas não mentem, tenho espelho, essas coisas. Daí vi  as fotos lindas do meu aniversário. Bem, as fotos são muito mais certeiras que as roupas e o espelho. Me deu um certo desespero, tive vontade de picar a fita métrica, cogitei alguma dieta doida. Mas tudo isso já passou: marquei um nutricionista e vou começar a me mexer mais. Não sei que tipo de atividade física posso fazer. Academia não dá, não rola, e olha que sou até disciplinadinha quando quero. Vou pensar,vou pensar. Tô mesmo preocupada com o histórico de doenças cardíacas da minha família...Mas o ponto não é exatamente esse. 


Hoje, um conhecido chegou na mesma festa que eu tava, passou por mim e disse: " Oi, Gordinha!". Não respondi. Um homem adulto , pelo menos aqueles com quem convivo, não cumprimenta uma mulher adulta assim. Aí o conhecido insistiu: " Pô, não vai falar comigo?". Respondi: " Você tava falando comigo? Eu tenho um nome, e geralmente usam ele quando falam comigo!" Ok, eu não sou muito delicada! Ok, foi uma resposta muito quinta série B, mas, ah, a gente tem que enquadrar as pessoas, né? Aí o sujeito ficou meio sem jeito: " Pô, tu é braba. Não quis ofender. É que você engordou,né?"  E eu , ainda no espírito quinta série B: " Então, o meu peso é algo assim tão importante que até substitui meu nome?"  " Foi mal!" O sujeito sumiu de perto de mim e passou o restante da festa fazendo gracinha pra se redimir.

Eu vivo numa bolha. Na minha bolha, ninguém fala do corpo de ninguém. Quer dizer, a gente até fala ( e aperta, e abraça, e pega, e beija, e cheira), mas eu  não tô acostumada a ganhar epítetos que variam de acordo com a quantidade de gordura no meu corpo. Na minha bolha, todo mundo tem um nome e esse nome é usado sempre.  Não tô acostumada a ser chamada de  " negona", "gordinha", " elefanta". O tamanho da minha bunda ( e da bunda de ninguém ) não  é o meu sobrenome, sabe!

Tá, eu sei da nossa sociedade, do culto ao corpo, etc etc etc . Mas eu fico besta quando alguém vira pro outro e faz qualquer observação  sobre o peso. Comentários que vêm sempre acompanhados de um tom autoritário, como se o tamanho da sua barriga fosse um assunto a ser discutido por quem não a carrega. Acha feio ter pneu? Jamais namoraria uma mulher gorda? Não iria à  praia se tivesse coxas como a minha? Ótimo! Eu preciso das minhas coxas pra chegar até a praia, então eu gosto bastante delas. Mas eu sou eu. Deixe minhas coxas e minha barriga em paz e cuide das suas. Tão simples. Simples até demais.

Eu sempre me espanto com comentários desse tipo. E fico ainda mais espantada quando pessoas que mal sabem quem eu sou fazem observações sobre o meu corpo. Às vezes, eu penso que deveria me tornar mais calejada, gastar menos energia com situações como essa do cara da festa, mas  eu prefiro ficar indignadinha. Sei lá.  Preciso tentar  manter esse senso de respeito pelo corpo e pelo espaço das outras pessoas. E quero que me respeitem.

P.S.: Depois, mais pro meio da festa, o clima entre mim e o patrulheiro do peso alheio desanuviou. Ele é legal - só acha que é divertido dar apelidinhos pras pessoas. Ele deve ter sido o menino da quinta série B que chamava os outros de baleia.



sexta-feira, 6 de julho de 2012

Freddy não é de nada!

Minha amiga anda muito interessada em zumbis, e eu, como ela mesma definiu, estou " zumbificada por osmose". O interesse da minha amiga tem justificativas muito boas, tais quais uma dissertação de mestrado, um livo sério sobre zumbis, uma relação intrigante entre esses seres e crítica social. O que eu tenho a ver com tudo isso? Nada, mas sou uma boa interlocutora, então  embarco no papo.

O livro que minha amiga leu traz uma lista enorme de filmes de terror, e eu até consigo identificar um ou outro titulo. Agora me perguntem se já assisti a algum deles? Não sou lá uma grande frequentadora de salas de cinema; gosto mais de ler sobre cinema do que frequentá-lo. Eu também poderia dizer que muitos daqueles filmes são velhos demais. Mas a verdade é que eu tenho medinho de filme de terror. Quer dizer, eu acho que tenho.
                                                    Isso na sua cara é chiclete, Freddy?
Minha amiga-zumbi veio pra cima de mim com uma provocação: como é que eu posso ter medo de filme de terror se nunca vi nenhum? E mais: sou uma mulher adulta que não pode se fiar no medinho que Pânico provocou lá no começo da adolescência.  Pois bem, me convenci. Dei uma pausa nessa vida de cão que tô levando ( trabalho chato, burocracia, mais trabalho chato) e fui atrás de uns filmes no Youtube. Comecei com adaptações de histórias do Stephen King. Eu gostei muito dos dois livros que li desse autor; um deles me deu medo de verdade. Já os filmes Colheita Maldita e Cemitério Maldito... lamentáveis, hein?! Minha mãe, então, sugeriu A Hora do Pesadelo. Não encontrei o primeiro filme no youtube, então assisti ao  Hora do Pesadelo 3. 

Minha amiga-zumbi já havia me alertado pro efeito brochante provocado pelos efeitos especiais dos anos 80, mas eu acho que o clima  aterrorizante de um filme não advém necessariamente dos recursos técnicos. Sei lá, fiquei pensando em Arquivo X. Vinte anos depois, eu ainda me incomodo um bocado com aquele danado do óleo negro passeando pelos olhos das pessoas. Mas Arquivo X é outro papo - sou fã, muito fã, decorei as falas, tenho sonhos indecorosos com Fox Mulder, portanto minha opinião sobre os efeitos especiais da série é inválida. Bem, voltemos ao A Hora do Pesadelo 3. A história é legal, aquele sanatório cheio de adolescentes incompreendidos e funcionários ambíguos é maneiro também, a musiquinha do Fred é muito chiclete, mas medo que é bom não senti. Minha mãe disse que o primeiro filme é melhor; vou baixá-lo quando tiver mais tempo. 

Vocês entendem de filme de terror realmente aterrorizante? Me indiquem algum. Quero morrer de medo mesmo, hein!

P.S.: Assisti ao filme do Freddy ontem à tarde, com muita luz solar e um balde de pipoca. Eu não sou boba, né? =p


quinta-feira, 5 de julho de 2012

 Tô aqui arrancando os cabelos, sem tempo, chafurdando em trabalho, preguiça e ansiedade. 

 Quem virá me salvar? Hein? Hein?


P.S.: Dois posts num curto espaço de tempo porque procrastinar faz bem.



Cara Ansiedade,

Eu já tive medo de você. Já te reneguei. Já fui pra psicóloga por sua causa.

Você chega sempre do mesmo jeito: um peso que esmaga meu diafragma e comprime minha traqueia. Daí eu me pego repetindo mentalmente: medo, medo, medo, perigo, imperfeição, complicação, não tem jeito, o mundo vai acabar, vou morrer.


Não, eu nunca morri. Você nunca me matou.  Mas eu preciso, todo dia, há anos, ressignificar cada uma das palavras que você sussurra no meu ouvido:

Medo. Todo mundo tem medo. Medo é bom, medo é seguro, medo é normal.

Perigo. O mundo tá cheio de perigo, mas é só prestar atenção.

Imperfeição. Esperteza é se reconhecer muito imperfeita.  Quanto mais cedo a gente gosta da imperfeição, menos maluca fica a vida.

Complicação. Listo cada uma delas e vou descomplicando uma a uma.

Não tem jeito. Não, não tem. Mas ninguém fica doido por falta de jeito.

O mundo vai acabar. Vai, mas não hoje, não agora e não por minha causa.

Vou morrer. Vou, mas não hoje, não agora, não por causa do cheque especial.

Dá um tempo, querida! 




terça-feira, 3 de julho de 2012

Calmaria

Canta, Bethânia:




"Meu Deus,
Não me livre disso
Desse risco de tristeza
Desse amor feito corisco
Desse rasgo de beleza
E sempre à beira do abismo"
( Calmaria - Jota Veloso)


domingo, 1 de julho de 2012

Convidei o sol, e ele veio.

Nunca na história das minhas comemorações de aniversário houve um céu e um sol como estes:









E a lua também: