Minhas outras prateleiras tão neste post aqui.
sábado, 30 de junho de 2012
Vídeo e prateleira
Pra quem gosta de videozinhos, fiz mais um, ainda naquela levada de mostrar as prateleiras.
Por favor, ignorem a hesitação crônica, a tremedeira da cinegrafista e todas as bobagens que eu disser.
Minhas outras prateleiras tão neste post aqui.
Minhas outras prateleiras tão neste post aqui.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Misteriosa
Tai um adjetivo que me persegue. Eu não sou misteriosa. Já te ocorreu que provavelmente sou apenas desinteressante?
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Ciranda
Comecei a ler O Diamante do tamanho do Ritz, do Fitzgerald,
Mas aí também chegou O Filho de mil homens, do Valter Hugo Mãe, e eu precisei largar tudo.O Filho de mil homens é tão lindo que não quero acabar de ler, então pulei pro Por isso a gente acabou, e depois decidi que era hora de terminar Echo Park, do Michael Conolly.Como um livro policial chama outro, comecei e terminei um da Mary Higgins Clark cujo nome não lembro por nada agora.
Nesse meio tempo, comprei Madame Oráculo, mas ainda não li porque esperei tanto por esse livro que ainda não passou a euforia de tê-lo achado. Comprei também Liberdade e Lesão corporal. Este último até já passeou de metrô e ônibus comigo. Margaret Atwood nunca me decepciona. Danado de livro bom!
Mas eis que chega meu aniversário, e um leitor silencioso deste blog ( e também um dos amores da minha vida) resolve eliminar mais um item da minha lista de querências. Ontem, depois que os parentes foram embora, me escondi debaixo das cobertas com o meu Cartas perto do Coração.
Assim fica muito difícil ler um livro só, sabe?
terça-feira, 26 de junho de 2012
As cartas erram
Minha prima, também conhecida como mãe do Vinicius, é uma exímia jogadora de buraco. Quer dizer, qualquer um é um exímio jogador de cartas pra mim. Só não sou pior do que aquelas pessoas que não conhecem os naipes. Eu conheço, quer ver: o balãozinho é ouros, o coração é copas... Pois então, minha prima adora jogar buraco, ela mantém a conta do orkut só pra jogar buraco com outras pessoas que só entram no orkut pra jogar. Deu pra sacar o nível do amor que ela sente pelo jogo, né?
Daí que houve um tempo em que ela tentou me iniciar na jogatina. A coitada me ensinou as regras, passou os macetes todos, me tratava como uma adversária café-com -leite, mas meu negócio com as cartas é outro. Eu uso as cartas do baralho pra prever o futuro. Sou uma exímia leitora dos futuros que se escondem nas cartas. Carta vermelha é sim! Carta preta é não! As cartas tudo sabem, as cartas tudo respondem.
Numa noite de agosto passado, lá em Búzios, eu decidi desvendar o futuro. Descobri muitas coisas: vou casar com um cara de 74 anos, eu deveria estar morando no Equador neste momento, minha mãe já morreu e eu não sabia. Mas a maior das revelações me perseguiu até ontem. Naquela noite, tive de perguntar pra cartas com quantos anos eu morreria. Virei a primeira carta e apareceu um 2 de copas. Tum-tum-tum. Meu coração disparou. Peguei mais uma carta, virei lentamente e... lá estava: uma carta negra, um 7 de paus. Tum. O céu desabou sobre mim.
Bem, e eu acabo de tirar o céu da cabeça! Sobrevivi aos 27.
28 é bem mais legal!
Chegou o meu dia 26 mais querido!
domingo, 24 de junho de 2012
Livros e outras felicidades - blog
Eu leio um blog delicinha com um nome igualmente delicinha, o Livro e outras felicidades. Cês conhecem? Daí que uma dia desses a Júlia, a moça das felicidades e dos livros, me pegou de surpresa com um e-mail simpático. O Livro e outras felicidades tem uma coluna chamada Dica do Amigo, na qual um convidado dá uma dica de livro legal; e não é que a Júlia pediu uma diquinha pra mim? Vão lá dar uma olhadinha na minha dica ( que não é nenhuma surpresa pra quem lê o blog sempre) e nos livros e nas felicidades da Júlia.
Eu, ciumenta que fala alto
Sempre rola aquele papo de " nossa, eu não suporto gente que ..." Eu poderia fazer uns 20 posts listando tudo que me faz odiar uma pessoa. Não suporto gente traiçoeira, gente que não defende os amigos, gente que para o carro na frente do meu portão, gente que ouve som ensurdecedoramente alto, gente que critica tudo, gente que se acha muito esperta, gente que estraga a alegria dos outros...
Daí que tava todo mundo falando do que odiava, quando uma colega legal disse: " eu odeio gente que fala alto, que ri alto . E gente ciumenta? Deus me livre!". Cataplaft! Foi um tapão na minha cara. Minha colega não sabe, mas ela me odeia. Tadinha de mim! O papo acabou ali pra mim. O que mais eu podia dizer? Parece que não há defesa pros ciumentos que falam alto, né? Todos nos odeiam. Buá! Buá!
Eu falo alto, muito alto. Quanto mais animada, disposta e envolvida na conversa, mais alto vou falando. Se o papo for mesmo muito bom, fico saltitando na cadeira achando incrível. Meus alunos me odeiam, as pessoas olham pra minha cara dentro do ônibus, meus amigos afastam o celular da orelha quando conversam comigo. Se é preciso brigar, argumentar, se o sangue ferve, aí mesmo que eu falo bem alto. É por isso que eu não brigo; eu não brigo, eu grito, e quem grita nunca tem razão. Eu tento me controlar. Todo dia de manhã decido que vou falar baixinho, que vou sussurrar, que vou ficar calada pelo máximo de tempo que eu puder, mas nunca tive sucesso nesse empreendimento. É mais forte que eu! Juro!
Ah, e eu também sou ciumenta! Não daquele tipo de ciumento de novela que quebra copos e sabota a vida alheia. Sou daquelas ciumentas que morrem por dentro. O meu ciúme maltrata somente a mim. Eu me afasto, acho que a pessoa não precisa mesmo de mim, faço todo um drama interno. E ninguém nem desconfia de que " tenho ciúme do sol, das águas do mar/ tenho ciúme de tudo/ tenho ciúme até das rrrrroupas queeee tu vestes".
Toda vez que alguém fala mal dos ciumentos, dos que falam alto, me dá uma vontade de dizer: piedade, piedade! Somos boas pessoas, apesar de. Somos educadinhos, apesar de. Pelo menos, eu gosto de acreditar que eu sou.
Será que ainda terei leitores pra esse blog depois desse post? Não me odeiem, por favooooor!
P.S.: E eu nem falei da minha gargalhada...
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Ontem mesmo eu dizia que é a vida que manda na gente. Pois é!
Hoje acordei com o coração aos pulos por causa de um sonho. Nele, uma
pessoa queridíssima havia se matado, e eu não me aguentava com a angústia
provocada por aquela morte. Meu eu do sonho percebia que estava sonhando, mas
não conseguia fazer nada além de se
desesperar. Com a morte, o laço distante mas muito apertado se arrebentava.
Para sempre. Sem afrouxamentos. Horrível!
Hoje, horas depois que acordei, presenciei uma cena que não queria ter
presenciado: um irmão recebendo a notícia da morte de uma irmã. Um laço
apertado se arrebentou bem na minha frente.
A morte impõe o maior dos fardos: o silêncio permanente.
"Então (...) tudo o que ela pensou ou sentiu se desfaz e desaparece
para sempre."
***
Ninguém precisa ficar preocupado por causa desse post, tá? =)
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