domingo, 29 de maio de 2016
Um único assunto
sábado, 28 de maio de 2016
Trust no one
terça-feira, 24 de maio de 2016
Ninguém com os pés na água
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Sobre blogs e o blog dos blogs
Então, todo esse papo sobre blogs é só um pretexto pra falar daquilo que pode ser considerado um blogroll enorme: um blog que reúne e exibe as atualizações de vários blogs. A Central do Textão surgiu da vontade de juntar blogs num canto só, pra que a gente não se perca uns dos outros outros nesse mar efêmero de redes sociais. A ideia da Central veio da cabecinha da Tina, a garota mais popular da blogosfera, a amiga de geral. Ela teve o trabalho de chamar os conhecidos, de organizar uma vaquinha pra que a Juliana fizesse esse blog dos blogs tão lindinho.
sábado, 14 de maio de 2016
Mesmo calada a boca, resta o peito
sábado, 30 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Uma sugestão
Funcionou?
Toda vez que vejo esse clipe, eu fico girando pela sala, fingindo que também estou sob uma chuva de papel picado.
A musica é Ho Hey (que nome ótimo!) e a banda é The Lumineers. A letra é tão lindinha.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Falta um pedaço
quinta-feira, 10 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Casa, gata, promessa e teto
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
O último
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Continue a nadar
" É preciso tentar não sucumbir ao peso das nossas angústias, Harry, e continuar a lutar."
Dumbledore, aquele homem maravilhoso, sempre dizendo a coisa certa, né? Tá certo que a gente não tem que derrotar um cara que partiu a alma em sete pedaços e tal, mas acho que é um conselho que não deve ser desperdiçado.
Essa fala é de [ muitos coraçõezinhos pra esse livro] O Enigma do Príncipe.
domingo, 1 de novembro de 2015
Sentir falta de escrever aqui é uma constante. Houve uma época em que tudo era motivo de post. Nos últimos tempos, penso umas cinco vezes antes de abrir o aplicativo do blogger. Sim, aplicativo, quase não tenho usado o notebook. Meu celular novinho com tela maior que a daquele celular da maçãzinha muquirana ganhou a batalha entre os gadgets. Dia desses, eu tive que dar uma reviradinha na casa atrás do notebook. O pobre estava embaixo da cama, empoeirado e obsoleto. Eu começo a escrever e de repente tudo parece chato, bobo, cansativo. Agorinha mesmo, neste exato momento, esses sentimentos tão surgindo aqui na minha cabeca, mas eu vou resistir, serei mais forte. A batalha é dura, viu. Vou respirar um pouco e continuar a guerra no próximo parágrafo.
Travei. Tenho uma ideia do que quero escrever, mas falta aquela palavra boa que impulsiona o parágrafo. Hum. Não queria usar "eu". Minha professora da quinta série me ensinou que iniciar parágrafos com pronomes pessoais é um recurso pobre e nunca consegui desapegar desse conselho. Só que eu já não estou no início do parágrafo, então vai o " eu" mesmo. Eu... e agora não lembro o queria dizer. Ah, sim. Eu desisto de escrever aqui porque só sinto vontade de falar de cansaço, que está muito longe de ser um assunto inédito no blog. Eu vivo falando de cansaço, eu vivo cansada. Mas agora é um cansaço com o qual não tô sabendo lidar. Vou contar uma história no parágrafo seguinte pra ilustrar, historinhas sempre explicam melhor.
Dia desses, dois ex-alunos meus brigaram na escola. Uma aluna veio me contar detalhes do evento que agitou o recreio. Para identificar um dos envolvidos, ela usou a expressão: " um viadinho do sétimo ano". Eu não estava preparada pra ouvir isso. Nunca vou estar. Eu conheço o menino a quem a garota se referiu. Ele tem 13 anos, é filho único de uma mãe que trabalha 12 horas por dia, é aluno de uma prestigiosa academia de dança, é um moleque inteligente e bacana, mas nada disso é importante na hora de identificá-lo. Sei que a briga tem a ver justamente com esse rótulo que todo mundo acha que tem direito de atribuir a ele. Eu queria poder dizer a ele que as coisas vão melhorar quando ele for adulto, mas não posso dizer mentiras pra adolescentes. Você cresce e nada melhora. Eu tô assustada de verdade com esses tempos em que a gente tá vivendo. Tantos retrocessos, tanta crueldade, tanto ódio, tanto moralismo. Vcs não estão apavorados?
E fora essas dores normais de ser gente. Porque ninguém avisa que a vida nunca para de doer, que vc tem é que se virar pra se manter sã enquanto vai lidando com uma magoazinha aqui, um trauminha ali. E haverá dias em que você não vai dar muito conta. Eu estou nesses dias em que não estou dando conta. Estou operando no nível básico de energia. Só tenho fôlego pro mínimo: respirar e trabalhar. Esse é o nível de cansaço. Opa! Mais uma vez a vontade de largar o post bem aqui neste ponto em que claramente falta uma conclusão. Assim como existem as musas, devem existir os gênios maus que conspiraram pra que a gente desista dos posts. Mas eu vou demonstrar bravura, vou terminar no próximo parágrafo.
Terminei.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Minha analista disse que sou uma mulher decidida. Se essa afirmação tivesse vindo de qualquer outra pessoa, eu teria refutado, com vários bons argumentos. Mas analista é outra história. A gente ouve e presta atenção no que analista diz. E registra, pra ir se convencendo toda vez que ler.
Está registrado, e lerei umas três vezes por dia.
domingo, 20 de setembro de 2015
Cantando sem parar
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Uma ilha e uma cama cheia de formigas
P.S.: a cama ficou cheia de formigas porque eu deixei um pacote de biscoito aberto em cima dela.
Outro P.S.: Se vocês forem à Casa do Rio Vermelho, levem dinheiro vivo. Se forem a Morro, façam o mesmo. A bilheteria da Casa não aceita cartão. Em Morro, vários lugares, até os camelôs, têm maquininha de cartão, mas você pode sem dinheiro em espécie nenhum se não for cliente o Bradesco, do Banco do Brasil ou da Caixa.










